Por Débora Alckimin
De um lado Rosental Calmon Alves, defensor da pirâmide invertida. Para o jornalista ir direto ao ponto “só ajuda a comunicação num meio nervoso como a web, especialmente ao se tratar de hard news”. De outro, temos o jornalista espanhol Ramón Salaverría, totalmente contra esta posição. Parte da questão que “o meio cibernético é por definição uma publicação hipertextual [...] que fragmenta o conteúdo em nós. Parece um debate interminável e difícil de chegar a um denominador comum.
Penso, ainda como estudante de jornalismo, que a forma mais correta de se escrever para a um meio digital é através da velha pirâmide invertida.
Defendo este ponto de vista com um exemplo do cotidiano: imagine aquela pessoa que tem 1 hora de almoço por dia. E detalhe: na casa dela a internet é discada. Dentro destes 60 minutos, acaba tendo 15 para navegar na Internet e se informar. Não é o caso de ter um único parágrafo com a informação mais importante, aquele que a faz saber dos principais aspectos da notícia? Além do mais, a pessoa não pode navegar horas por conta do custo disto.
Então, não é uma questão de ser retrógrado, antiquado e sim, de economia de tempo e dinheiro.
Penso, ainda como estudante de jornalismo, que a forma mais correta de se escrever para a um meio digital é através da velha pirâmide invertida.
Defendo este ponto de vista com um exemplo do cotidiano: imagine aquela pessoa que tem 1 hora de almoço por dia. E detalhe: na casa dela a internet é discada. Dentro destes 60 minutos, acaba tendo 15 para navegar na Internet e se informar. Não é o caso de ter um único parágrafo com a informação mais importante, aquele que a faz saber dos principais aspectos da notícia? Além do mais, a pessoa não pode navegar horas por conta do custo disto.
Então, não é uma questão de ser retrógrado, antiquado e sim, de economia de tempo e dinheiro.
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